A justiça própria é como um trapo imundo

O profeta Isaías usou uma imagem muito forte para falar sobre a justiça própria do ser humano: “Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e, como o vento, as nossas iniquidades nos arrastam” (Isaías 64.6, NVI).
Para entender melhor a ilustração escolhida por Isaías, é preciso recordar que naquele tempo, não existiam os absorventes que conhecemos hoje. As mulheres usavam panos para conter o sangue do período menstrual. Esses panos, impuros e descartados, eram considerados “trapos imundos”. Foi a essa realidade que Isaías comparou a nossa justiça própria.
Justiça própria é quando queremos viver ou julgar os demais baseados nas nossas próprias regras, naquilo que achamos certo, em vez de nos submetermos à vontade de Deus. É quando pensamos que seremos aceitos por Ele pelas nossas boas obras, ou que podemos definir quem está certo e quem está errado segundo o nosso padrão. Mas, diante de Deus, toda justiça humana é insuficiente, manchada e incapaz de nos aproximar dEle.
Por isso precisamos da justiça de Cristo. Paulo explicou: “Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça” (Romanos 3.25, NVI). Somente a justiça de Jesus é perfeita, e é ela que cobre o nosso pecado.
A verdade é esta: não devo confiar na minha própria justiça pois ela é um trapo imundo; melhor é confiar na justiça de Cristo.
Oração: Senhor, eu reconheço que a minha justiça é insuficiente diante de ti. Obrigado porque, em Jesus, recebi a justiça que me torna aceitável aos teus olhos. Ajuda-me a viver pela fé, confiando na obra da cruz e não nas minhas próprias obras. Em nome de Jesus, amém.
Versículo chave: “Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo. Murchamos como folhas, e, como o vento, as nossas iniquidades nos arrastam.” (Isaías 64.6, NVI)
![]()





Quer receber devocionais diarias no seu celular?